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| Economia Da Etiópia |
Economia da EtiópiaAproximadamente 80% da população sobrevive da agricultura, que é a espinha dorsal da economia etíope, respondendo por cerca de 90% do PIB. As exportações principais do setor são café, sementes oleaginosas, leguminosas (feijão), flores, cana-de-açúcar, forragem para animais, e uma planta conhecida por qat, que prossui propriedades psicotrópicas quando mascada. Outros produtos agrícolas importantes são cereais: trigo, milho, sorgo, cevada e o teff, cereal nativo que constitui a base da alimentação no país. As condições naturais são favoráveis à agricultura, mas as técnicas agrícolas são arcaicas e, portanto, a produção se limita ao nível de subsistência.
A economia etíope é eminentemente agrícola e se encontra entre as mais atrasadas do mundo. Como ocorre com a maior parte dos países africanos, a Etiópia tem, no subdesenvolvimento e na fome, seus maiores problemas. As secas periódicas, a erosão e o esgotamento do solo, o desmatamento, a alta densidade populacional e a infra-estrutura precária tornam difícil o abastecimento satisfatório dos mercados. Os camponeses foram reunidos nas cooperativas e granjas do Estado, mas essas medidas oficiais, destinadas a melhorar a produção agrícola, tiveram pouco êxito.
A pesca, a pecuária e as atividades extrativas também apresentam problemas relacionados com métodos ainda rudimentares de produção.
O setor industrial (alimentos, couro, calçados, produtos têxteis, metalúrgicos e químicos) é incipiente. O governo incentivou também o turismo. Para isso melhorou os parques nacionais e a infra-estrutura hoteleira.
Etiópiacategoria:Etiópia
Agricultura
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Agricultura é a arte ou processo de usar o solo para cultivar plantas com o objetivo de obter alimentos, fibras, energia e matéria prima para roupas, construções, medicamentos, ferramentas e contemplação estética. A quem trabalha na agricultura chama-se agricultor. O termo fazendeiro se aplica ao proprietário de terras rurais onde, normalmente, é praticada a agricultura ou pecuária ou ambos.
Etimologia
O prefixo agro tem origem no verbete latino agru que significa "terra cultivada ou cultivável; campo" (zona rural ou não urbana).
Pecuária é um termo específico usado para denotar o uso de animais para produzir alimentos (carne e leite) ou matéria prima para calçados e roupas (couro e fibra do bicho-da-seda).
A união dos dois termos, agropecuária designa a teoria e a prática da agricultura e da pecuária em suas relações mútuas. No Brasil é comum o fazendeiro se autodenominar agropecuarista quanto planta e cria animais, só agricultor, quando não cria animais e só pecuarista quando só a isto se dedica.
A expressão Pecuária de Corte diz respeito à atividade de produção de bovinos e bubalinos para abate, com o objetivo de fornecer principalmente carne (para alimentação humana) e pele (para produção de couro usado na fabricação de sapatos e estofados.Já a expressão Pecuária de Leite é usada para tratar da atividade de produção de leite, especialmente de vacas bovinas e bubalinas.
As palavras que denotam a criação de outros animais com objetivos econômicos são:
suinocultura: criação de suínos.
equideocultura: criação de eqüinos (cavalos, asininos(asnos)e muares (burros e mulas, híbridos das duas espécies anteriores).
sericultura: criação do bicho-da-seda.
avicultura de corte: criação de frangos (galináceos jovens de ambos os sexos) para abate.
avicultura de postura: criação de galinhas (fêmeas galináceas maduras sexualmente) para obtenção de ovos.
História
Supostamente, a cerca de 10 mil anos atrás durante a Pré-história no período do neolítico ou período da pedra polida, alguns indivíduos de povos caçadores-coletores notaram que alguns grãos que eram coletados da natureza para a sua alimentação poderiam ser enterrados, isto é, "plantados" a fim de produzir novas plantas iguais às que os originaram. Como essa prática permitiu o aumento da oferta de alimento dessas pesssoas, as plantas começaram a ser cultivadas muito próximas uma das outras. Isso porque elas podiam produzir frutos, que eram facilmente colhidos quando maturassem, o que permitia uma maior produtividade das plantas cultivadas em relação ao seu habitat natural). Logo, as frequentes e perigosas buscas à procura de alimentos eram evitadas. Com o tempo, as pessoas foram selecionando os melhores grãos selvagens e foram selecionados aqueles que possuíam as características que mais interessavam aos primeiros agricultores, tais como: tamanho, quantidade produzida, sabor, etc. Asssim surgiu o cultivo das primeiras plantas domésticadas, entre as quais se inclui o trigo e a cevada.
O início das atividades agrícolas separa o período neolítico do imediatamente anterior período da pedra lascada . Como é anterior à história escrita, os primórdios da agricultura são obscuros, mas admite-se que ela tenha surgido e modo independentemente em diferentes lugares do mundo, provavelmente nos vales e várzeas fluviais habitados por antigas civilizações. Durante o período neolítico as principais áreas agricolas estavam localizadas nos vales dos rios Nilo (Egito), Tigre e Eufrades (Mesopotâmia, atualmente conhecida como Irã e Iraque), Amarelo e Azul (China). Há registros de cultivos em pelo menos três regiões diferentes do mundo em épocas distintas: Mesopotâmia (possivelmente pela cultura Natufiana), América Central (pelas culturas pré-colombianas) e nas bacias hidrográficas da China e da Índia.
Mudanças no clima ou desenvolvimentos da tecnologia humana podem ter sido as razões iniciais que levaram à descoberta da agricultura. A agricultura permite a existência de aglomerados humanos com muito maior densidade populacional que os que podem ser suportados pela caça e coleta. Houve uma transição gradual na qual a economia de caça e coleta coexistiu com a economia agrícola: algumas culturas eram deliberadamente plantadas e outros alimentos eram obtidos da natureza.
A importância da prática da agricultura na história do homem foi fundamental porquanto os grupos que iniciaram esta prática como sua maior fonte de subsistência, se obrigaram a se fixar no território para aguardar (e guardar) a colheita, ao contrário dos retardatários que continuaram nômades, perambulando à procura de novos campos da caça.
Com isto, o grupo que se fixou na terra tinha mais tempo dedicado a atividades com objetivos diferentes de produzir alimentos, que resultaram em novas tecnologias e a acumulação de bens de capital, daí aculturamento e o melhoramento do padrão de vida. Exemplo disto é a arquitetura, que se iniciou para melhorar as condições habitacionais e de outras construções de caráter permanente.
A mesma hipótese aplica-se à pecuária, ou seja, a domesticação de animais como cães e ovelhas. Supostamente, os cães foram derivados por seleção genética de filhotes de cães selvagens que viviam em volta dos acampamentos humanos, se alimentando de restos de carcaças deixadas como resíduos pelos caçadores-coletores. Ainda supostamente, os seres humanos reconheceram certa utilidade nesses animais pois eles davam alarme da presença de outros animais selvagens mais perigosos (como os lobos e os grandes felinos). Eventualmente, alguns filhotes foram retirados das suas tocas, após a morte de suas mães.Esses filhotes foram levados para aos acampamentos humanos e criados juntamente com as pessoas. Com o passar do tempo, como os animais que apresentavam características ferozes eram impedidos de se acasalar, houve uma seleção de animais mais mansos (aos quais era permitido o acasalamento). Isto levou eventualmente à criação de uma nova espécie, os cães domésticos. De maneira semelhante, espécies de animais selvagens (como ovelhas e bovinos selvagens) foram usadas na criação de seus correspondentes domésticos (ovelhas e bovinos).
Além de alimentos para uso dos seres humanos e de seus animais de estimação, a agricultura produz mercadorias tão diferentes como flores e plantas ornamentais, fertilizantes orgânicos, produtos químicos industriais (látex e etanol), fibras (algodão, linho e cânhamo), combustíveis (madeira para lenha, etanol, metanol, biodiesel). A eletricidade pode ser gerada de gás de metano de dejetos animais e de resíduos vegetais processados em biodigestor ou da queima de madeira especialmente produzida para produção de biomassa (através do cultivo de árvores que crescem rapidamente, como por exemplo, algumas espécies de eucaliptos).
Do ponto de vista técnico e científico, a evolução da agricultura é dividido em três etapas principais: Antiga, Moderna e Contemporânea.
Política Agrícola
Política agrícola foca as metas e os métodos de produção da agricultura. A este nível, estas metas incluem, entre outros assuntos:
- higiene alimentar: a busca de que a produção de alimentos estejam livres de contaminações de qualquer natureza.
- segurança alimentar: a busca que a quantidade de alimento produzida esteja de acordo com a quantidade para suprir necessidades da população.
- qualidade alimentar: a busca de que os alimentos produzidos tenham sempre uma qualidade conhecida.
A agricultura de subsistência é aquela que produz alimento suficiente para as necessidades do fazendeiro e de sua família. A agricultura comercial (adotada quase universalmente nas nações desenvolvidas e cada vez mais nas em desenvolvimento) visa a produção de renda financeira através da produção de plantas e animais que são demandados no mercado.
A agricultura é uma arte prática enquanto que o estudo científico destas disciplinas é chamado de Ciências Agrícolas (ou, como também é chamada, Agronomia).
No Ocidente, é cada vez maior o uso na Agricultura de processos técnicos avançados desenhados para economizar trabalho através de sistemas de produção que usam insumos e máquinas caras e complexas. O objetivo é produzir mais eficientemente (a mesma quantidade de produto utilizando menos insumos ou maior quantidade de produto usando a mesma quantidade de insumos)de maneira a diminuir seu custo unitário e assim aumentar os ganhos ou rendimentos financeiros dos produtores.
No entanto, o patenteamento de sementes, a poluição das águas superficiais com resíduos de fertilizantes e pesticidas (herbicidas, inseticidas e fungicidas), a alteração genética de plantas e animais, a destruição de habitats (com a consequente extinção de espécies animais, vegetais e de microrganismos) têm criado um movimento ecológico que prega a necessidade de métodos alternativos de produção (como a agricultura orgânica e a permacultura).
Métodos usados em Agricultura
- Aração
- Irrigação
- Fertilizantes
- Rotação de culturas
- Plantio Direto - sul do Brasil
- Remoção de ervas daninhas
- Seleção genética
- Cercas
- Roças ou "Queimadas"
- Conservação de solo
Plantas domésticas
A seleção genética das plantas foi feita inicialmente com o objetivo de aumentar sua produtividade e melhorar seu sabor e valor nutricional. Mais recentemente, técnicas modernas como a engenharia genética têm sido usadas para modificar os aspectos constitucionais das plantas naturais. As culturas principais são trigo, milho, arroz, soja, sorgo e o milheto.
Veja também:
- Lista de árvores
- Lista de ervas aromáticas
- Lista de frutas
- Lista de hortaliças
- Lista de plantas domésticas
- Lista de plantas do cerrado
- Lista de plantas ornamentais
- Lista de plantas medicinais
Animais domésticos
- Os animais domésticos usados comumente na agricultura incluem bovino e búfalos para a produção de carne e leite, aves para a produção de ovos, cavalos para a produção de trabalho, esporte e lazer, coelhos, ovelhas, caprinos, suínos, abelhas para a produção de mel e bicho da seda para a produção de seda. Peixes, camarões, mariscos, ostras e algas também podem ser produzidos em aquicultura, uma espécie de "agricultura" praticada em lagos e mares.
Problemas ambientais
- Efeitos nocivos de herbicidas, fungicidas, pesticidas e outros biocidas para o meio ambiente.
- Conversão de ecossistemas naturais em terra arável.
- Erosão
- Ervas daninhas
- Lixiviação de nitrogênio para rios e lagos.
Reforma Agrária
- Agricultura antiga
- Agricultura moderna
- Agricultura orgânica
- Agroflorestas
- Permacultura
- Plantas ornamentais
categoria:Agricultura
ja:農業
ko:농업
simple:Agriculture
Etiópia
A Etiópia (Ityop'iya, em amárico, ኢትዮጵያ) é um país africano, limitado a norte pela Eritreia, a leste por Djibouti e pela Somália, a sul pelo Quénia e a leste pelo Sudão. Capital: Adis-Abeba.
História
O nome histórico de "Etiópia" não corresponde ao país que resoltou da expansão de Abissínia (a Etiópia que conhecemos). "Etiópia" é uma palavra grega que significa o país dos "caras queimadas". Nos tempos antigos, os europeus que falavam o grego chamavam a todos os países onde moravam negros de "Etiópia", sem distinguir reinos nem países. Portanto, Etiópia, segundo os gregos (em cujo idioma foi escrita a Bíblia, que menciona "Etiópia" várias vezes) poderia ser a Núbia do sul de Egito e Sudão que também era um reino cristão na sua época, ou poderia ser o reino de Axum que se concentrava nas arrededores de Eritréia e o norte de Etiópia mesmo, não há certeza histórica sobre isso.
Mesmo assim, as terras que constituem o país moderno de Etiópia tem uma das historias mais antigas do mundo. Segundo descobertas recentes, a espécie Homo sapiens pode ter sido originada nesta região – Etiópia, junto com os países vizinhos de Eritréia, Sudão, Djibouti, Somália e Somalilândia hospedaram também o reino de Axum cujas origens remontam aos reinos de Sabá (ou Shebah) em Yemen referidos na Bíblia que aparentemente, por volta do ano 1000 a.C., abrangiam todo o Corno de África e parte da Península Arábica. Fontes gregas referem que o reino de Axum era extremamente rico no século I e a cidade de Adulis (que fica no país vizinho de Eritréia) é frequentemente mencionada como um dos mais importante portos de África. Registos oficiais, contudo, colocam a cidade de Axum como a capital, onde se encontrava a corte da Rainha de Sabá. Este reino tinha, no século II direito a tributo de estados da Península Arábica e tinha inclusivamente conquistado o reino meroítico de Kush, no actual Sudão. Há indicações do carácter cosmopolita deste reino, com populações judaicas, núbias, cristãs e mesmo minorias budistas.
Geografia
A Etiópia está localizada no nordeste de África, entre as latitudes 6º - 15º N, tem uma área total de 1.127.127 km2 e 5311 km de fronteiras terrestres (é um país interior) com: Eritreia, a norte (912 km), Quénia, a sul (830 km), Somália (1626 km) e Djibouti (337 km), a leste e Sudão, a oeste (1606 km).
O país é cortado a meio, na direcção nordeste-sudoeste, pela Grande Vale do Rift, o que lhe confere uma configuração particular. É formado por dois planaltos montanhosos, um de cada lado do Vale e, a leste, junto à Somália, uma grande planície semi-desértica; a nordeste, partilha com o Djibouti o Triângulo de Afar, que é também uma planície desértica e vulcânica.
Economia
Demografia
Cultura
- África
- Lista de países
Categoria:Etiópia
categoria:países de África
ja:エチオピア
ko:에티오피아
ms:Habsyah
th:ประเทศเอธิโอเปีย
zh-min-nan:Ityop'iya
PIBO produto interno bruto (PIB) representa a soma (em valores financeiros) de toda a produção econômica de uma determinada região ou parcela da sociedade (qual seja, países, estados, cidades), durante um período determinado (mês, trimestre, ano, etc).
Consideram-se bens e serviços. No cálculo do PIB a preços de mercado consideram-se apenas os valores agregados, para evitar o problema conhecido como dupla contagem: quando valores gerados na cadeia de produção aparecem contados duas vezes na soma do PIB. (Devem-se descontar os insumos dos valor monetário de venda.)
Fala-se na distinção entre PIB nominal e PIB real; o primeiro é o valor comum na expressão do PIB, ou seja, a soma simples dos bens e serviços produzidos; o segundo acompanha-se de uma correção inflacionária.
A fórmula clássica para expressar o PIB de uma região é a seguinte:
:: Y = C + I + G + X - M
:::Onde,
::: - Y é o PIB
::: - C é o consumo
::: - I é o total de investimentos realizados
::: - G representa gastos governamentais
::: - X é o volume de exportações
::: - M é o volume de importações
No ano de 2004, o PIB brasileiro foi estimado em R$ 1 841 795,70 .
PIB e PNB (produto nacional bruto)
O PIB difere do produto nacional bruto (PNB) basicamente pela renda líquida enviada ao exterior (RLEE): ela é considerada no cálculo do PNB, e desconsiderada no cálculo do PIB. Esta renda representa a diferença entre recursos enviados ao exterior (pagamento de fatores de produção internacionais alocados no país) e os recursos recebidos do exterior a partir de fatores de produção que, sendo do país considerado, encontram-se em atividade em outros países. Assim (e simplificadamente), caso um país possua empresas atuando em outros países, mas proíba a instalação de transnacionais em seu território, terá uma renda líquida enviada ao exterior negativa. Pela fórmula:
:: PNB = |PIB| - RLEE
O país exemplificado terá um PNB maior que o PIB. No caso brasileiro, o PNB é menor que o PIB, uma vez que a RLEE é positiva (ou seja, envia-se mais recursos ao exterior do que recebe-se).
Lista de países pelo seu PIB
- Lista de países por PIB (Paridade do Poder de Compra)
- Lista de países por PIB nominal
- Lista de países por PIB (Paridade do Poder de Compra) per capita
- Lista de países por PIB nominal per capita
Categoria:Economia
ja:国内総生産
simple:Gross Domestic Product
Trigo
O trigo (Triticum spp.) é uma gramínea que é cultivada em todo mundo. Globalmente, é a segunda-maior cultura de cereais, a seguir ao milho; o terceiro é o arroz. O grão de trigo é um alimento básico usado para fazer farinha e, com esta, o pão, na alimentação dos animais domésticos e como um ingrediente no fabrico de cerveja. O trigo é plantado também estritamente como uma forragem para animais domésticos, como o feno.
Pensa-se que o trigo foi primeiramente cultivado no Crescente Fértil, no Médio Oriente.
Cultivares
Os cultivares de trigo são classificados segundo a estação do ano em que crescem (trigo de inverno ou trigo da primavera) e pelo conteúdo em gluten (trigo duro (elevado conteúdo em gluten ) ou trigo macio (elevado conteúdo em amido)).
Principais cultivares de trigo
- Trigo Comum - (T. aestivum) Uma espécie hexaplóide que é a mais cultivada no mundo.
- Einkorn - (T. monococcum) Uma espécie diplóide com variedades selvagens e domesticadas. Foi uma das primeiras espécies cultivadas, mas raramente utilizada actualmente.
- Emmer - (T. turgidum var. dicoccum) Uma espécie tetraplóide species com variedades selvagens e domesticadas. Cultivada em tempos antigos, mas pouco actualmente.
- Durum - (T. turgidum var. durum) A única variedade tetraplóide largamente usada presentemente.
- Kamut® - (T. turgidum var. polonicum) Uma variedade tetraplóide cultivada em pequenas quantidades, mas extensivamente comercializada. Originária do Médio Oriente
- Spelt - (T. spelta) Outra espécie hexaplóide cultivada em pequenas quantidades.
História
O trigo é originário da antiga Mesopotâmia. Os atigos arqueólogos demonstraram que o cultivo do trigo é originário da Síria, Jordânia, Turquia e Iraque. Há cerca de 8.000 anos atrás, uma mutação ou hibridização ocorreu, resultando em uma planta com sementes grandes, porém que não podiam espalhar-se pelo vento. Esta planta não poderia vingar como silvestre, porém, poderia produzir mais comida para os humanos e, de facto, ela teve maior sucesso que outras plantas com sementes mais pequenas e tornou-se o ancestral do trigo moderno.
Estatísticas de produção e consumo
ancestral
Na colheita do ano 2002, a produção internacional do trigo totalizou 563,2 milhões toneladas e os países que mais produziram trigo foram:
# China: 89 milhões toneladas
# India: 71.5 milhões toneladas
# Rússia: 50.6 milhões toneladas
# Estados Unidos: 44 milhões toneladas
# França: 39 milhões toneladas
# Canadá: 15.7 milhões toneladas
Agronomia
Desenvolvimento da cultura
Canadá
As decisões quanto ao manejo da cultura necessitam de conhecimento do estágio de desenvolvimento da plantação. Em especial, as aplicações de fertilizantes, fungicidas, reguladores de crescimento são feitas em estágios específicos de crescimento da planta.
Por exemplo, as recomendações (americanas) atuais geralmente indicam que a segunda aplicação de nitrogênio deve ser feita quando a panícula (não visível nesta época) está com aproximadamente 1cm de tamanho (Z31 na escala Zadok). O conhecimento dos estágios também é utilizado para identificar os períodos de maior risco para a planta quanto ao clima. Por exemplo, o estágio de meiose é extremamente sucetível a baixas temperaturas (abaixo de 4ºC) ou altas temperaturas (acima de 25ºC). Os produtores ainda se beneficiam sabendo que quando a folha bandeira (última folha) aparece ela representa cerca de 75% das reações de fotossíntese durante o período de enchimento dos grãos e, por isso, ela deve ser mantida livre de doenças ou ataque de insetos para garantir uma boa colheita.
Existem muitos sistemas para identificar os estágios da planta, sendo as escalas Feekes e Zadoks as mais utilizadas nos Estados Unidos. Cada escala é um sistema padrão que descreve estágios sucessivos atingidos pela planta durante a época de cultivo.
Wheat stages
- Wheat at the anthesis stage (face and side view)
Diseases
Wheat is subject to more diseases than other grains, and, in some seasons, especially in wet ones, heavier losses are sustained from those diseases than are felt in the culture of any other culmiferous crop with which we are acquainted. Wheat may suffer from the attack of insects at the root; from blight, which primarily affects the leaf or straw, and ultimately deprives the grain of sufficient nourishment; from mildew on the ear, which operates thereon with the force of an apoplectic stroke; and from gum of different shades, which lodges on the chaff or cups in which the grain is deposited.
Examples of wheat diseases:
Bacterial diseases
- Bacterial leaf blight Pseudomonas syringae subsp. syringae
- Bacterial sheath rot Pseudomonas fuscovaginae
- Basal glume rot Pseudomonas syringae pv. atrofaciens
- Black chaff = bacterial streak Xanthomonas campestris pv. translucens
- Pink seed Erwinia rhapontici
Fungal diseases
- Alternaria leaf blight Alternaria triticina
- Anthracnose Colletotrichum graminicola
- Ascochyta leaf spot Ascochyta tritici
- Black head molds = sooty molds Alternaria spp., Cladosporium spp.
- Common bunt = stinking smut T. tritici, T. laevis
- Downy mildew = crazy top Sclerophthora macrospora
- Dwarf bunt Tilletia controversa
- Ergot Claviceps purpurea
- Foot rot = dryland foot rot Fusarium spp.
- Leaf rust = brown rust Puccinia triticina
- Pink snow mold = Fusarium patch Microdochium nivale
- Powdery mildew = Blumeria graminis
- Scab = head blight Fusarium spp., Gibberella zeae, Microdochium nivale
- Septoria blotch Septoria tritici
- Storage moulds Aspergillus spp., Penicillium spp.
Nematodes, parasitic
- Grass cyst nematode Punctodera punctata
- Root gall nematode Subanguina spp.
Viral diseases and viruslike agents
- Agropyron mosaic genus Rymovirus, Agropyron mosaic virus (AgMV)
- Barley stripe mosaic genus Hordeivirus, Barley stripe mosaic virus (BSMV)
- Oat sterile dwarf genus Fijivirus, Oat sterile dwarf virus (OSDV)
- Tobacco mosaic genus Tobamovirus, Tobacco mosaic virus (TMV)
- Wheat dwarf genus Monogeminivirus, Wheat dwarf virus (WDV)
- Wheat yellow mosaic Wheat yellow mosaic bymovirus
Phytoplasmal diseases
- Aster yellows phytoplasma
Economics
Harvested wheat grain is classified according to grain properties (see below) for the purposes of the commodities market. Wheat buyers use the classifications to help determine which wheat to purchase as each class has special uses. Wheat producers determine which classes of wheat are the most profitable to cultivate with this system.
Wheat is widely cultivated as a cash crop because it produces a good yield per unit area, grows well in a temperate climate even with a moderately short growing season, and yields a versatile, high-quality flour that is widely used in baking. Most breads are made with wheat flour, even many breads named for the other grains they contain, including most rye and oat breads. Many other popular foods are made from wheat flour as well, resulting in a large demand for the grain even in economies with a significant food surplus.
Wheat in the United States
Classes used in the United States are
- Durum - Very hard, translucent, light colored grain used to make semolina flour for pasta.
- Hard Red Spring - Hard, brownish, high protein wheat used for bread and hard baked goods.
- Hard Red Winter - Hard, brownish, very high protein wheat used for bread, hard baked goods and as a adjunct in other flours to increase protein.
- Soft Red Winter - Soft, brownish, medium protein wheat used for bread.
- Hard White - Hard, light colored, opaque, chalky, medium protein wheat planted in dry, temperate areas. Used for bread and brewing
- Soft White - Soft, light colored, very low protein wheat grown in temperate moist areas. Used for bread.
Hard wheats are harder to process and red wheats may need bleaching. Therefore, soft and white wheats usually command higher prices than hard and red wheats on the commodities market.
Much of the following text is taken from the Household Cyclopedia of 1881:
Wheat may be classed under two principal divisions, though each of these admits of several subdivisions. The first is composed of all the varieties of red wheat. The second division comprehends the whole varieties of white wheat, which again may be arranged under two distinct heads, namely, thick-chaffed and thin-chaffed.
The thick-chaffed varieties were formerly in greatest repute, generally yielding the whitest and finest flour, and, in dry seasons, not inferior in produce to the other; but since 1799, when the disease called mildew, to which they are constitutionally predisposed, raged so extensively, they have gradually been going out of fashion.
The thin-chaffed wheats are a hardy class, and seldom mildewed, unless the weather be particularly inimical during the stages of blossoming, filling, and ripening, though some of them are rather better qualified to resist that destructive disorder than others.
See also
- Norin 10 wheat
- Fusarium ear blight or "Wheat Scab"
- Granular material
- [http://commons.wikimedia.org/wiki/Barley Commons]
Links Externos
- [http://www.cnpt.embrapa.br/ Embrapa Trigo].
- [http://www.abitrigo.com.br/ Associação Brasileira da Indústria de Trigo].
- [http://www.kswheat.com/ The Kansas Wheat Commission].
- [http://www.ndwheat.com/ The North Dakota Wheat Commission].
- [http://www.itis.usda.gov/servlet/SingleRpt/SingleRpt?search_topic=TSN&search_value=42236 ITIS 42236] 2002-09-22
Categoria:Cereais
Categoria:Poaceae
ja:コムギ
Milhão
I Milhão é uma freguesia portuguesa do concelho de Bragança, com 28,21 km² de área e 205 habitantes (2001). Densidade: 7,3 hab/km².
II. Milhão é o número que se expressa em algarismos por 1000000, ou seja mil vezes mil.
Categoria:Freguesias de Portugal
Sorgo
O Sorgo (Sorghum bicolor L. Moench) é o quinto cereal mais importante no mundo, antecedido pelo trigo, arroz, milho e cevada. É alimento humano em muitos países da África, Sul da Ásia e América Central e importante componente da alimentação animal nos Estados Unidos, Austrália e América do Sul. Os grãos do sorgo, são úteis na produção de farinha para panificação, amido industrial, álcool e como forragem ou cobertura de solo.
Ligações externas
- [http://www.cnpms.embrapa.br/publicacoes/sorgo Cultivo do sorgo (EMBRAPA)]
Categoria:Cereais
Categoria:Poaceae
ja:モロコシ
simple:Sorghum
Cevada
A cevada (Hordeum vulgare) é uma gramínea cerealífera e representa a quinta maior colheita e uma das principais fontes de alimento para pessoas e animais. Pertence à família das gramíneas e a área cultivada no mundo chega a 530000 km². O seu período de germinação é de 1 a 3 dias. Suas flores são dispostas em espigas, na extremidade do colmo, e os frutos, amarelados e ovóides, fornecem uma farinha alimentícia são é utilizado na fabricação da cerveja.
Principais produtores de cevada:
Variedades
cerveja
Categoria:Cereais
Categoria:Poaceae
ja:オオムギ
SecaA seca é um o fenômeno climático causado pela insuficiência de precipitação pluviométrica, ou chuva numa determinada região por um período de tempo muito grande.
Este fenômeno provoca desequilíbrios hidrológicos importantes. Normalmente a ocorrência da seca se dá quando a evapotranspiração ultrapassa por um período de tempo a precipitação de chuvas.
Caracterização
A principal caracterização da seca é o esgotamento da umidade do solo, e, em função disto, as plantas entram num processo de fenecimento por falta de água. Há também a depleção do suprimento de água subterrânea, consequentemente a redução e eventual cessação do fluxo dos cursos de água, causando a morte dos rios.
Para o restabelecimento normal do clima úmido, é necessário que o índice pluviométrico de precipitação supere o índice de evapotranspiração. Isto é, a quantidade de chuva deve superar a quantidade de evaporação da região em questão.
A determinação da quantidade necessária de água numa determinada área para que não haja seca é difícil de determinar, e é uma das principais buscas dos cientistas para a resolução definitiva do fenômeno da seca.
Tipos de secas
As secas podem ser geradas pelos mais diversos fenômenos climatológicos, em função disto, criou-se uma tipologia da seca:
- Seca permanente: É caracterizada pelo clima desértico, onde a vegetação se adaptou às condições de aridez inexistido cursos de água. Estes só aparecem depois das chuvas que via de regra são fortíssimas tempestades. Este tipo de seca impossibilita a agricultura sem irrigação permanente.
- Seca sazonal: A seca sazonal é uma particularidade de regiões onde o clima é semi-árido. Nestas a vegetação se reproduz porque os vegetais adaptados geram sementes e morrem em seguida, ou mantém a vida em estado latente durante a seca. Nestas regiões os rios só sobrevivem se a sua água for oriunda de outras regiões onde o clima é úmido. Este tipo de seca possibilita o plantio desde que em períodos de chuvas, ou por irrigação.
- Seca irregular e variável: A seca irregular pode ocorrer em qualquer região onde o clima seja úmido ou sub-úmido. Estas, são secas cujo período é breve e incerto. Normalmente são limitadas em área, e não em grandes regiões, não ocorrem numa estação definida e inexiste previsibilidade de sua ocorrência. Acredita-se que a estação do ano onde estas são mais comuns é o verão, pois existe um aumento da evapotranspiração devido ao aumento da insolação.
- Seca invisível: De todos, este tipo de seca é o pior, pois a precipitação não é interrompida, porém, o índice de evapotranspiração é maior que o índice pluviométrico causando um desequilíbrio da umidade regional. Este desequilíbrio gera uma redução da umidade do ar que por sua vez aumenta o índice de evapotranspiração, que por sua vez realimenta a perda de umidade subterrânea para a atmosfera, que devolve esta em forma de chuva, que porém não é suficiente para aumentar a umidade do solo.
Seca no Brasil
No Brasil na região Nordeste existe a região semi-árida que é delimitada pela região chamada de Polígono das Secas. Esta compreende os estados do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e Minas Gerais.
Causas das secas no Brasil
Uma das principais causas para o aumento da ocorrência das secas desta região é o desmatamento, em especial a destruição da mata atlântica. Além disso, o fenômeno se intensifica quando a chamada frente intertropical (FIT) não consegue se deslocar até a região Nordeste no período outono-inverno no Hemisfério Sul. Desde 1605 a região já enfrentou aproximadamente trinta períodos de seca. Algumas de gravidade tão elevada que geraram a aceleração do êxodo rural para outras regiões tal a dificuldade para a sobrevivência física das populações regionais.
A tentativa de resolução, a corrupção e a Indústria da seca
O governo do Brasil, muitas vezes tentou combater os efeitos das secas incentivando e construindo grandes açudes, (Exemplo típico o Açude de Orós), a perfuração de poços tubulares, a construção de cacimbas, e a criação das chamadas "frentes de trabalho".
Estas atitudes têm sido paliativas, pois movimentam capital, geram sub-empregos e evitam, de certa forma, a migração e o êxodo rural. Porém, a corrupção, o coronelismo e a chamada indústria da seca, têm impossibilitado a resolução definitiva do problema com a sobreposição de rios e construção de canais para a perenização dos cursos d'água e consequente irrigação e fixação do nordestino em seu território. Mantendo a lenta morte por inanição de camadas significativas da população brasileira.
Categoria:Clima
ErosãoA erosão é a destruição física das estruturas do solo e seu carregamento em geral feito pela água da chuva, mas que também é feito pelo vento. A erosão destrói as estruturas e as areias, argilas, óxidos e humus que compõe o solo são carregados para as partes mais baixas dos relevos e em geral vão parar nos córregos e rios.
A erosão destrói os solos e as águas é um problema muito sério no Brasil.
Em terras cobertas por floresta a erosão é muito pequena e quase inexistente, mas é um processo natural sempre presente e importante para a formação dos relevos. O problema ocorre quando o homem destrói as florestas e deixa o solo exposto, porque a erosão torna-se severa.
DesmatamentoDesflorestação, desflorestamento ou desmatamento é o processo de desaparecimento de massas florestais (bosques), fundamentalmente causada pela actividade humana.
A desflorestação é directamente causada pela acção do homem sobre a natureza, principalmente devido a abates realizados pela indústria madeireira, tal como para a obtenção de solo para cultivos agrícolas.
Nos países mais desenvolvidos, produzem-se outras agressões como a chuva ácida que comprometem a sobrevivência dos bosques, situação que se pretende controlar mediante a exigência de requisitos de qualidade para os combustíveis, como a limitação do conteúdo de enxofre.
Nos países menos desenvolvidos, as massas florestais são reduzidas ano após ano, enquanto que nos países industrializados acontece uma recuperação devido a pressões sociais, reconvertendo-se os bosques em atractivos turísticos e lugares de espairecimento.
Contudo, deve ter-se em conta que as plantações de reflorestação não substituem em nenhum caso o bosque, já que este é um ecossistema que tarda décadas e em alguns casos séculos em formar-se, constituindo o bio-sistema óptimo de aproveitamento da luz solar. A reflorestação no melhor dos casos é um conjunto de árvores situadas segundo uma separação definida artificialmente, entre as quais surge una vegetação herbácea ou arbustiva que não costuma dar-se no bosque. No pior dos casos, plantam-se árvores não autóctones que em certas ocasiões danificam o substrato, como ocorre em muitas plantações de pinheiro, abeto ou eucalipto.
Uma consequência da desflorestação é a desaparição de absorventes de dióxido de carbono, reduzindo-se a capacidade do meio de absorver as enormes quantidades deste causador do efeito estufa, e agravando o problema do aquecimento global.
Como medida de contenção, diversos organismos internacionais propõem a reflorestação, medida parcialmente aceite pelos movimentos ecologistas, ao entenderem estes que a repovoação deve considerar não só a eliminação do dióxido de carbono, mas também, a biodiversidade da zona a repovoar.
Categoria:Ambiente
ja:森林破壊
Pecuária
Pecuária é a arte ou o conjunto de processos técnicos usados na produção de animais com objetivos econômicos, feita no campo. Assim, a pecuária é uma parte específica da agricultura. Também conhecida com criação animal (animal husbandry), a prática de produzir e reproduzir gado é uma habilidade vital para muitos agricultores.
Etimologia e história
Pecus quer dizer "cabeça de gado ". É a mesma raiz latina de "pecúnia" (moeda, dinheiro). Isto reflete o fato de que já, na antiga Roma, os animais criados para abate também eram usados como reserva de valor econômico. A criação de gado é uma das mais velhas profissões conhecidas. Ela é mencionada na Bíblia como a primeira tarefa dada por Deus a Adão: nomear e cuidar do Jardim do Éden e dos animais (Gênesis).
A pecuária é muito anterior à agricultura, tratando-se na verdade de aperfeiçoamento dos caçadores-coletores que já existiam, desde cerca de 100.000 anos atrás, que primeiro aprenderam a aprisionar os animais para estocá-los vivos para posterior abate, e depois perceberam a possibilidade de administrar-lhes a reprodução.
Nos primeiros estágios da pecuária, o homem continuava nômade, e maioria das vezes conduzia seus rebanhos em suas perambulações, já não procurando a caça, mas sim novas pastagens para alimentar o rebanho.
Só há evidência da prática da agricultura desde 8.000 anos a.C., mas seus efeitos foram drásticos sobre a pecuária pois a agricultura fixou o homem no lugar do plantio, e portanto novas soluções para a pecuária tiveram de ser implementadas.
A pecuária na actualidade
Nos tempos atuais, os peões ou vaqueiros (em Inglês, cowboys ou em espanhol, caballeros) são trabalhadores que montam em cavalos para realizarem trabalhos com gado bovino e /ou bubalino criados primariamente para serem usados como fontes de proteína animal.
Através da atividade pecuária os seres humanos produzem a maior parte de suas necessidades de proteínas animais (com uma pequena parte sendo satisfeita pela pesca e pela caça). Carne (bovina, bubalina, de aves etc), ovos, leite e mel são os principais produtos alimentares oriundos da atividade pecuária. Couro, lã e seda são exemplos de fibras usados na indústria de vestimentas e calçados. Couro também é extensivamente usado na indústria móveleira e de automóveis. Alguns povos usam a força animal de bovídeos e equídeos para a realização de trabalho. Outros também usam o esterco seco (fezes secas) como combustível para o preparo de alimentos.
Subdivisões da pecuária
A ciência da criação de animais chama-se Zootecnia e é ensinada em muitas universidades e faculdades, principalmente em áreas rurais.
Historicamente, certas sub-profissões dentro do campo da Zootecnia são especificamente nomeadas de acordo com os animals de que tratam. Um suinocultor é uma pessoa que cria de porcos, porcas e cachaços (o porco macho não castrado). Um ovinocultor é uma pessoa cuida de ovelhas. Um caprinocultor é uma pessoa que cria cabras. Antigamente era comum ter-se rebanhos constituídos de ovinos e caprinos. Neste caso a pessoa era chamada de pastor. O rei David de Israel era um pastor antes de ser elevado a rei.
- Pecuária de Corte (criação de bovinos para fornecimento de carne)
- Pecuária de Leite (criação de bovinos para fornecimento de leite)
- Equinocultura (criação de cavalos)
- Suinocultura (criação de porcos)
- Avicultura (criação de aves)
- Cunicultura (criação de coelhos)
- Apicultura (criação de abelhas)
- Piscicultura (criação de peixes)
Categoria:Pecuária
ja:畜産
CouroO couro é a pele curtida de animais utilizada como material nobre para a confecção de diversos artefatos para o uso humano, tais como: cinto, carteira, bolsa, maleta, pasta, casacos, chapéus, entre outros.
Utilização
Nos útimos anos, em virtude de ser um material de custo alto, pela tendência da moda e outras exigências da vida moderna, ampliou-se consideravelmente o mercado de materiais diversos: sintéticos e naturais em substituição ao couro. Também alcançou grande projeção no mercado o couro sintético, misto de couro, resinas e outros produtos.
De qualquer forma, o couro não perdeu sua posição de material nobre sendo requisitado para a confecção de cinto, carteira, maleta, pasta e marroquinaria no mundo inteiro.
O couro bovino é o mais utilizado, entretanto, tem crescido a procura de couros suíno, caprino, ovinos e de outras espécies de animais como o jacaré, cobra e atualmente, de rã e peixe.
Divisão
O couro bovino compõe-se duas partes importantes:
: - Flor: é a parte externa do couro que, antes do uso, é submetida a tratamentos especiais.
: - Carnal é a parte interna, fibrosa. Às vezes recebe tratamento para substituir a flor.
O couro é considerado de boa qualidade quando apresenta fibras consistentes, elasticidade, boa aparência e facilidade de manipulação.
Classificação
Pode-se classificar o couro em partes principais e secundárias, cada uma delas sendo adequada à confecção das diversas partes peças que vão compor os produtos de couro.
Tradicionalmente os couros se dividem em:
- Culatra ou Lombo
- Espádua
- Pescoço ou cabeça
- Garras
- Barriga
Defeitos mais Comuns no Couro
São furos encontrados no couro, causados pela larva da mosca conhecida como "berne". Em peles envernizadas ou prensadas, deve ser feita uma verificação pelo carnal, pois o defeito normalmente não é visível por ser coberto pelo verniz ou pelo deslocamento do material próximo ao furo.
São marcas feitas pelo "carrapato" e aparecem nos couros que não têm a flor lixada.
Cortes de Esfola
São cortes que aparecem no couro, às vezes não o transpassando, causados por faca, quanto da retirada do couro do animal abatido.
Marcas de Fogo
São defeitos causados pelas marcas de identificação do animal, que causam grande prejuízo nos couros.
Riscos
São defeitos causados normalmente por chicote, arame farpado ou mirão e que aparecem na flor do couro.
Veias
São as artérias do animal, que por problemas de estrutura se alargam e ficam perto da flor, aparecendo após o curtimento.
Categoria:Materiais
ja:皮革
simple:Leather
MetalurgiaMetalurgia designa um conjunto de procedimentos e técnicas para extração, fabricação, fundição e tratamento dos metais e suas ligas.
Desde muito cedo, há mais de 10.000 anos, o homem aproveitou os metais para fabricar utensílios, em substituição à pedra. O cobre, o chumbo, o bronze, o ferro, o ouro e a prata tiveram amplo uso na antiguidade.
Os primeiros altos-fornos apareceram no século XIII. A indústria metalúrgica teve novo impulso no século XVIII com a revolução industrial.
História
É sabido que o conhecimento da metalurgia data de aproximadamente 4000 a.C., embora hajam indícios muito mais antigos que levam a crer que a metalurgia é mais antiga do que descoberto até os momentos atuais.
O cobre
O período calcolítico, ou idade do cobre, fica entre a fase da pedra polida ou neolítico, e a idade do bronze.
Embora na época fosse um metal raro, indícios apontam que o cobre foi utilizado no leste da Anatólia em 6500 a.C. em Alaca, necrópole pré-hitita. Em diversos sítios daquela região existem objetos que representam touros e cervos do metal. Também foram encontradas obras de joalheria e ourivesaria, que se presumem ter a mesma datação.
Em 3500 a.C. aproximadamente, acredita-se que tenha havido um rápido desenvolvimento da metalurgia na região da Mesopotâmia e que este pode ter proporcionado o crescimento tecnológico daquela região.
Existem indícios em diversos sítios que em aproximadamente 3.000 a.C., utensílios de cobre se disseminaram pelo Oriente Médio chegando a atingir culturas neolíticas na região da Europa.
Na Espanha e na Hungria, regiões em que o cobre é abundante, as tribos nômades faziam usos de objetos daquele metal, difundindo-o pela região.
As pistas encontradas pelos cientistas apontam para uma utilização de uma liga a base de cobre e estanho a partir de 1.400 a.C., porém outros apontam para seu uso mais antigo.
Bronze
Embora controversa é aceita a datação do uso do bronze entre 4.000 a.C. e 1.400 a.C. Embora não sejam conhecidos os dados com exatidão, as pesquisas levam a crer que a liga chamada de bronze passou a ser utilizada no lugar do cobre pelo fato desta ser mais maleável, mais resistente e menos quebradiça que o metal puro.
O cobre é um metal encontrado na natureza e os antigos metalúrgicos desenvolveram tecnologias para transformá-lo de acordo com suas necessidades. O bronze não é um metal puro, é uma liga metálica, isto é, uma mistura de dois metais diferentes executada enquanto estes estão liquefeitos.
Os metais que se ligam para formar o bronze são o cobre e o estanho. Pesquisadores acreditam que esta liga foi desenvolvida por artesãos metalúrgicos provindos da Ásia e se espalhou a partir daquela região para a Europa central, seguindo em direção à Espanha, Inglaterra, e chegando em Creta.
Alguns afirmam que a Idade do Bronze começa no período calcolítico, porém a liga nesta época era pouco utilizada. A divisão do período ainda é polêmica, isto ocorre devido à diversidade cultural dos povos das mais diversas regiões.
A forma encontrada para minimizar a polêmica foi dividindo a Idade do Bronze em três períodos:
- Idade ou período do bronze antigo: Nas culturas da região do mar Egeu foram encontrados sítios contendo vasos e joalheria de ouro, prata, bronze e estanho datadas torno de 2.500 a.C. Na região de Creta e nas Cíclades, a época chamada de período do bronze antigo se inicia em 2.700 a.C. e termina em 2100 a.C. Na região continental o período do bronze antigo se inicia em 2.500 a.C. indo até 1.900 a.C.
- Idade ou período do bronze médio, se inicia em aproximadamente 2.700 a.C. na região de Creta e em 2.000 a.C na região continental, indo até 1600 a.C em ambas. Nesta época a metalurgia teve predominância de vasos, peças de arte, e utensílios. As armas apresentavam grandes dimensões.
- Idade ou período do bronze recente, se iniciou em 1.600 a.C., se estendendo até 1.200 a.C., nos sítios foram encontradas armas de formas e tamanhos diversos, além de objetos de arte e utensílios.
As pesquisas apontam que o período onde a idade do bronze de fato se firmou tecnologicamente foi entre 4.000 a.C. e 2.000 a.C (independentemente das polêmicas). Uma pista importante sobre a disseminação da metalurgia foi encontrada no norte da Síria, numa localidade chamada Ugarit. Consta que foram encontrados utensílios diversos de bronze datados em torno de 3.000 a.C.
Sabe-se também que Biblos era um porto de influência egípcia que se localizava na região da costa fenícia em torno de 2.000 a.C. Foram encontrados naquela região alguns sítios contendo túmulos cujos interiores continham punhais, facas e harpas de bronze, além de vasos de prata. Estas descobertas provaram haver adiantado estado tecnológico da metalurgia naquela região.
Peças de bronze datadas de 1.500 a.C. a 1.200 a.C foram encontradas nas regiões da Escandinávia e da Alemanha, estes objetos eram pulseiras e espadas, além de outros utensílios trabalhados artisticamente. Muitas peças encontradas nas mais diversas regiões da Europa tinham o formato de cisnes, e espirais que aparentemente representavam serpentes.
Oriente Médio
O Oriente Médio, supõem os historiadores, foi o berço da metalurgia primitiva, pois foi nesta região onde se encontraram os indícios mais antigos sobre esta atividade humana. Utensílios de ferro datados em torno de 1.200 a.C. foram encontrados em diversos sítios.
Outra liga metálica importante surgida no período entre 1.600 e 600 a.C. é uma mistura de cobre e zinco, chamada latão. Esta foi utilizada mais recentemente pelos romanos na cunhagem de moedas. Polido, e dependendo de sua composição, o latão tem coloração praticamente idêntica à certas ligas de ouro-prata, diferindo apenas em sua massa.
Roma teve papel importante no desenvolvimento das tecnologias de fundição e extração dos metais. A prata e o ouro puros ou em liga, por exemplo, em torno do século V a.C., passaram a ser utilizados pelos romanos em adornos e utensílios.
Categoria:Metalurgia
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Emmanuel J. Sièyes
Count Emmanuel Joseph Sieyès (Fréjus May 3, 1748 - June 20, 1836) was a French revolutionary statesman, one of the chief theorists of the revolutionary and Napoleonic era. He was trained at the Sorbonne for the priesthood, but absorbed the teachings of Locke, Condillac and the political thinkers among the Encyclopédistes. Nevertheless, he entered the priesthood in 1773 and at the opening of the Revolution he was vicar~general and chancellor of the diocese of Chartres; thus he is often called the Abbé Sièyes.. He played his main role in the opening years of the French Revolution, drafting the Declaration of the Rights of Man and Citizen, expanding on the theory of national sovereignty and representation implied in his pamphlet with a distinction between active and passive citizens that justified suffrage limited to men of property. As the Revolution moved in radical directions, Sièyes withdrew, and later helped organize the coup d'état that overthrew the Directory of which he was a member.
His celebrated pamphlet Qu'est-ce que le tiers état?, which brought him into unexpected prominence, was written in response to Necker's invitation to the thinkers and writers of France to define the character and proper role of the Third Estate at the initial calling of the Estates-General of 1789, and it famously began
:"What is the Third Estate? Everything. What has it been hitherto in the political order? Nothing. What does it desire? To be something."
and it ended
:"The Third Estate embraces then all that which belongs to the nation; and all that which is not the Third Estate, cannot be regarded as being of the nation.
:What is the Third Estate?
:It is the whole."
On the strength of the pamphlet, he was swept into the États-General as the last of the deputies for Paris, despite doubts felt as to his clerical vocation. Though never strong as a public speaker in the debates, his influence became great; he advised the constitution of the Estates united in one chamber as the National Assembly, although he opposed the abolition of tithes and the confiscation of church lands. Elected to the special committee on the monarchien Constitution of 1790, he opposed a right of absolute veto for the king, which Mirabeau was unsuccessfully supporting. For the most part, however, he veiled his opinions in the National Assembly, speaking very rarely and then generally with oracular brevity and ambiguity.
He had a considerable influence on the framing of the system of départements that broke the ossified hold of the traditional provinces of the Ancien Régime, but after the spring of 1790 his influence was eclipsed as the Revolution moved rapidly to his left.
Once only he was elected to the revolving post of president of the Constituent Assembly. Excluded from the Legislative Assembly by Robespierre's self-denying ordinance, he reappeared in the third National Assembly, known as the Convention (September 1792 – September 1795), but his self-effacing manner, a mixture of disgust and timidity, kept him from playing a forward role. He abjured his faith at the time of the installation of the Cult of Reason, he voted for the death of Louis XVI, but largely he held his own counsel.
In 1795 he went on a diplomatic mission to the Hague, charged with drawing up a treaty between the French and Batavian Republics. He dissented from the constitution of 1795 (that of the Directoire) but without effect, though he refused to serve as a Director of the Republic. In May 1798 he went as the plenipotentiary of France to the court of Berlin in order to try to induce Prussia to join with France against the Second Coalition. His conduct was skilful, though he failed in his impossible object.
The prestige of his name led to his being elected a Director of France in place of Rewbell in May 1799. Already he had begun to intrigue for the overthrow of the Directoire and made overtures to General Joubert for a coup d'etat in the future. He now set himself to undermine support for the Constitution of 1795. With that aim he had the revived Jacobin Club closed. The death of Joubert at the battle of Novi, and the return of Bonaparte from Egypt required fresh schemes, and soon he came to an understanding with the young general, of whom his famous remark was
After the coup d'état of 18 Brumaire, Sièyes produced the perfect constitution which he had long been planning, only to have it completely remodelled by Bonaparte. Sièyes soon retired from the post of provisional consul, which he accepted after Brumaire; he now became one of the first of the senators, and retired to a fine new estate at Crsne. After the bomb outrage at the close of 1800 (the affair of Nivse) Sieyes in the senate defended the arbitrary and illegal proceedings whereby Bonaparte rid himself of the leading Jacobins.
During the Empire he rarely emerged from his retirement, but at the time of the Bourbon restorations (1814 and 1815) he left France. After the July Revolution (1830) he returned; he died at Paris on the 20th of June 1836. The thin, wire-drawn features of Sieys were the index of his mind, which was keensighted but narrow, dry and essentially limited. His lack of character and wide sympathies was a misfortune for the National Assemblies which he might otherwise have guided with effect.
When asked what he had done during the Revolution, his laconic response "J'ai veçu" ("I survived"), sets at nought, for the sake of modesty and wit, his genuine contribution to the evolution of French democracy.
External links
- [http://51.1911encyclopedia.org/S/SI/SIEYES_EMMANUEL_JOSEPH.htm Encyclopaedia Britannica 1911:] Emmanuel-Joseph Siyes
- [http://www.fordham.edu/halsall/mod/sieyes.html Emmanuel Joseph Sieyes, What is the Third Estate?] (Excerpts)
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